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Unesco e Angola exploram áreas de cooperação no domínio das telecomunicações

Angola e a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) acordaram explorar varias áreas de cooperação no domínio das telecomunicações, com particular ênfase para os aspectos de gestão da Internet, liberdade de acesso à Internet e uso das tecnologias de informação e comunicação no país.

Data: 19.11.2018

Unesco e Angola exploram áreas de cooperação no domínio das telecomunicações


A informação foi prestada sexta-feira, em Luanda, pelo representante regional da Unesco para a África Central, Salah Khaled.


O representante da Unesco falava a Angop à margem de um almoço na residência do embaixador do Egipto em Angola, Khaled Assan, a que estiveram presentes os decanos dos embaixadores em Angola, Najah Al Rahman, e o decano dos embaixadores africanos, Djigui Camara, da Guine Conakri.            


A cerimónia serviu para dar as boas vindas a um grupo de cinco médicos egípcios que se encontram em Angola para prestar serviços de assistência médica grátis na aldeia de Camela Amões, município do Cachiungo , província do Huambo, numa iniciativa do Grupo Asas – SARL , liderado pelo empresário angolano Segunda Amôes, também presente no acto.


Na ocasião, Salah Khaled informou que o entendimento entre Angola e a Unesco faz parte dos esforços da Unesco e o governo de Angola para a redução da pobreza e promoção da educação.


Para ele, existem muitas oportunidades nesta área em Angola que regista progressos e visão impressionantes.


Alertou, contudo, que o acesso a informação e a Internet, assim como toda infra-estrutura de comunicação colocada a disposição pelo governo angolano, implicam alguns desafios, tais como o controlo do discurso inflamado,  instigação à violência e o crime através da Internet.


Salah Khaled disse que a sua organização vai levar a cabo em Angola um programa de sensibilização da juventude e das crianças sobre os perigos da Internet, dotando-os de espírito crítico e analítico que lhes permita evitar o uso de informação falsa e certificar-se da credibilidade das fontes de informação.


Fonte: ANGOP




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