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Angola: Novos desafios tecnológicos abrangem sectores da vida social

A responsabilidade de trabalhar em torno dos novos desafios tecnológicos e da comunicação, abrange outros sectores da vida social angolana, considerou terça-feira, em Luanda, o ministro da Comunicação Social, João Melo

Data: 24.10.2018

Angola: Novos desafios tecnológicos abrangem sectores da vida social



O governante que falava à margem da palestra  sobre  “A comunicação e o poder", sublinhou  que em termos de reflexão, o sector  tem tido  a preocupação de  trazer a público discussões  actuais e  modernas,  porque  hoje  quando  se pensa  em  comunicação deve-se ter em conta várias vertentes sociais.


“Não se pode falar em comunicação pensando apenas  na  imprensa  e  no jornalismo,  existem muitas áreas  que  precisam de ser conhecidas por estarem ligadas”, sublinhou.


Convidado para dissertar sobre o tema, o  jornalista e sociólogo Muniz Sodré,  falou sobre os desafios dos grandes dilemas vividos  pela humanidade, em termos de comunicação.


Dirigindo-se aos  profissionais do ramo, deputados, juristas,  sociólogos e estudantes universitários, começou por eleger  dois subtemas, “ A comunicação hoje ” e “Quais as possibilidades de liberdades de expressão e Liberdade política no contexto da comunicação.


Explicou  que as  novas formas  humanas  geradas pelo capital financeiro e por comunicações electrónicas  são  inquietantes, por serem compatíveis ao novo modo de ser de riqueza.  Estas implicam uma lógica normativa de reconfiguração e de reorientação  em termos das finanças do mercado.


São ainda inquietantes, segundo o prelector,  porque  representam um abalo no solo pisado,  por atingir o sentido de  um  sistema de valores, da  moralidade, ética da política e da  economia.


Os abalos são registados  igualmente nas instituições que  sofrem continuamente grandes pressões por  reformas e mudanças incitadas por ofertas de mercado feitas por  indivíduos.


Ao  falar de política e liberdade  referiu-se  as grandes diferenças  entre a democracia  subjectivamente  tida como regime de governação ou  a vista como valores e  atributos inerentes a democracia social .


Fonte: ANGOP





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