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Brasil: Google vai equipar 500 escolas públicas da Bahia

Projeto, iniciado no ano passado, deve beneficiar cerca de 400 mil alunos

Data: 04.04.2018

Brasil: Google vai equipar 500 escolas públicas da Bahia

Google e o governo da Bahia firmaram parceria para equipar 500 escolas da rede pública com soluções tecnológicas para transoformar a experiência de cerca de 400 mil alunos.


O projeto foi iniciado no ano passado, com uma fase piloto, quando a Secretaria de Educação do Estado desembolsou cerca de R$ 500 mil para equipar as 20 primeiras escolas com a infraestrutura de conectividade necessária para o uso dos dispositivos educacionais do Google.


As primeiras cidades beneficiadas foram a capital Salvador e Itabuna, somando aproximadamente 20 mil os alunos abrangidos.


As soluções incluem o G Suite for Education, que já soma 80 milhões de utilizadores em todo o mundo, e disponibiliza na nuvem uma série de ferramentas como Classroom, Drive, Gmail e Agenda.


Outra aposta são os Chromebooks, modelo de computador leve, portátil e com atualizações automáticas e diversas camadas de segurança do Googoel. O equipamemnto custa a partir de R$ 950 e pode ser compartilhado com um número ilimitado de alunos.


Bram Bout, diretor global do programa Google for Education, afirma que os primeiros sinais são muito positivos nas 20 primeiras escolas. "Obviamente gostaríamos de tentar em outros Estados”, afirmou à agência de notícias Reuters.


No Estado da Bahia, o foco da parceria é levar a tecnologia para 100 escolas públicas até abril e chegar à meta de 500 até junho. A previsão de investimento adicional do governo é de R$ 22 milhões.


Além da infraestrutura, os recursos também são direcionados à formação de 23 mil professores com o curso “Uso Pedagógico de Tecnologias Educacionais” na Universidade Federal da Bahia (UFBA).


O diretor de Google for Education para a América Latina, Rodrigo Pimentel, comenta que a empresa analisará os resultados antes de expandir o projeto para outros Estados. "Somos na verdade muito conservadores em revelar os próximos passos. Queremos ver o impacto primeiro", disse.


Fonte: Computer World



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